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Berro - 50

Cadê o Piauí - Sou leitor da revista “O Berro” e tenho uma solicitação a fazer, ou melhor, a exigir da redação da distinta revista. Sou piauiense de Par­naí­ba, norte do Estado e há tempos leio as revistas e são poucas às ve­zes que são feitas matérias sobre o PI e sua caprinocultura. Gostaria muito de ler sobre matérias feitas sobre meu Estado e minha cidade, acho que esse é um desejo de todos os leitores da revista neste Estado. Aguardo resposta. Parabéns pela revista, muito boa por sinal e bem informativa. Fica aqui meu apreço a todos e sinceros votos de sucesso e felicidades. Ribamar Aragão, Parnaíba, PI.

Nordeste virando cara­mujo - Sou criadora de carneiros Suffolk no interior paulista, assinante e anunciante de O Berro. Fiquei indignada com a postura bairrista do sr. Luiz em carta para esta revista de n. 49. Embora O Berro trate mais de ovinos deslanados, eu, criadora de carneiro de lã,com aptidão para carne, me interessei em conhecer outras raças e como vivem em outras regiões, tendo em vista que vendo machos Suf­folk para diversos cruzamentos, principalmente o Santa Inês. Se há essa vontade nos nordestinos de não deixar entrar as propagandas “sulistas” na sua região, então porque estão tão animados em fazer feiras e divulgar sua raça aqui no “sul maravilha”? Quem se fecha vira ca­ramujo e morre dentro de sua própria casca. A revista O Berro, rompeu fronteiras e faz um belo trabalho de integração entre as diferenças do nosso país. Continuem nessa direção, não deixem que opiniões isoladas mudem seu rumo. Obs. Se por acaso esse Luiz for aquele da Lista Negra, não esqueçam de incluí-lo nela. Não como mau pagador, mas como mau comerciante! Mariân­gela R. Toloi - S. José do Rio Preto (SP)

Instalações erradas – Quero reclamar dessa conceituada revista por ter publicado em um “Você sabia” sobre medidas erradas dos beirais de galpões. Uma revista não deveria levar informação errada para os leitores... Zenair Garcia (E-mail).
Resposta de O BERRO - 1) - A equipe de redação tirou o texto na íntegra do livro mais moderno e atualizado lançado pela Nobel, em 1998, denominado “Caprinocultura: criação racional de caprinos” de Silvio Dória de Almeida Ribeiro, conforme página 131.
2) - Outro consagrado autor, Aristóbulo de Castro (“A cabra”), deu pouca ou quase nenhuma importância aos beirais, mas os desenhos deixam claro que mal chegavam a 0,50 metros cada um, não importando a altura do estabelecimento. Ver pág. 227. Principalmente, ver as fotogra­fias mostradas como exemplo pelo autor, onde o beiral do Posto Agropecuário de Igaracy aparenta algo como 0,40 m e o de Sertânia não passa de 0,30 m. (ambos à pág. 228). As plantas de construção da pág. 230, 234,  e 236, também não conseguem determinar uma medida ideal, mas os beirais são bem estreitos.
3) – Fernando Vieira de Sá (“A cabra”), um dos papas do setor, também ilustra as instalações, de acordo com as lotações previstas: para 40 animais, para 120 animais, para 150 animais e para 280 animais. Afirma que “todos os projetos foram realizados pelo Instituto Técnico de Cria­ção Ovina e Caprina, da Fran­ça”. Ver páginas 241 a 254. Todas as ilustrações permitem concluir que o beiral mede menos de 0,50 metros. É fácil de entender, nesse caso, que os beirais entram nas construções quase como uma “decoração”.
4) –  O livro “A ovelha produtiva” de L. S. Sales apresenta diversas ilustrações das construções mas também não determina uma mensuração exata. Ver páginas 98-103.
Assim – sabendo que a literatura técnica é muito parcimo­niosa – e que os brasileiros estão engendrando, a duras penas, uma Zootecnia tropicalista, não é de admirar que as construções contenham alguns erros ou improvisações. Não só nos beirais, mas em muitos outros detalhes. Afinal, a Embrapa – até hoje – não conseguiu dimensionar a cizalhabilidade do capim ideal para os trópicos. E esta é a dúvida número 1 para qualquer pecuarista!!!!! Ou seja, temos um grandioso edifício zootécnico, mas o alicerce é pura areia!
Já vimos construções inteiras serem demolidas, por concepção errônea do fazendeiro. Se houvesse uma planta ditada por algum técnico, ou pelo Ministério, seria uma beleza! Mas não havia naqueles tempos. E, mesmo hoje, a divulgação sobre elas é irrisória, bastando men­cio­nar o livro acima de Sílvio Dória que foi o último lançado no Brasil. E o Sílvio é um pesquisador que viajou muito e gastou anos coletando material para o seu livro.
Em nossos 30 anos, temos visto de tudo: estábulos de palha – uma perfeição zootécnica – para nosso mundo tropical mas que muitos técnicos julgariam coisa de pobre, uma asneira de fazendeiro idiota. No entanto, é uma obra prima de conforto para os animais, uma grande “oca” tribal onde os animais sentem-se no paraíso. Lembrete: o proprietário tinha mais de 10.000 vacas no pasto e havia construído e derrubado diversos estábulos, até chegar à palha mi­lenar, como solução. Se mostrar isso num Simpósio ou Congresso, os técnicos iriam cair na gargalhada, não é mesmo? Eles nunca foram observar! E também não têm compromisso com a realidade que está no campo.
Temos, também, como resultado de 30 anos de pesquisas, um bom arquivo de fotos com estábulos lindos, com bastante cimento, ou bastante madeira envernizada. Os técnicos adoram e os fazendeiros es­trean­tes, também...
Quanto à fiscalização do IAP cabe mencionar que, se ela fosse verdadeira, talvez 90% dos galpões para animais, que existem por aí, não teriam sido cons­truídos. Ou bem mais! Apenas os galpões de Projetos SUDE­NE e SUDAM tinham fiscalização severa, por motivos que não é bom nem escrever aqui. Com certeza, não eram mo­tivos zoo­téc­nicos, nem higiênicos........
Assim, Ze­nair, a revista O BERRO cometeu o “erro” de reproduzir algo que estava errado, ou pouco informado na literatura nacional e internacional. Nossa equipe não tinha “fiscais editoriais” à altura desse detalhe.
Assim, o melhor seria que sua tese, ou seu trabalho, trouxesse – de fato – uma boa ilustração sobre o acontecido, para que a revista O BERRO mostrasse o que é certo. É apenas isso que nos interessa: mostrar o que é certo. De preferência, o certo realizado por fazendeiros... Obrigado pela atenção e lembre-se: a revista O BERRO é sua a­lia­da, quando precisar. Um abraço, Rinaldo dos Santos, editor.

Roubaram tudo - Eu tinha 30 cabras e 2 bodes Saanen mas os ladrões roubaram tudo quando eu viajei para Aparecida do Norte e a pessoa que deixei olhando bebeu demais. Vocês conhecem alguém que gosta muito de cabras comuns ou de raça? Eu gostaria de ganhar 2 cabras e 1 bode, e também continuar recebendo esta revista. Eu quero começar tudo de novo. Eu sou pobre, mas direito. Alberto de Sousa Barbosa - Santa Lucia - Belo Horizonte (MG) - Fone: (31) 3297-4045.

Alpina britânica - Sou assinante da revista O BERRO. Desejo adquirir um reprodutor da raça ALPINA BRITÂNICA, devidamente registrado e com atestado de saúde, ou seja, CAE ne­gativo.  Solicito, informações sobre vendedores, bem como telefones de contato e e-mail. Ficarei grato pelo vosso empenho, uma vez que esta informação me é muito útil. Portanto, aguardo retorno pelo E-mail: ultrasom @discovernet.com.br, no menor espaço de tempo possível. Ou pelo telefone 88.412.3070. 99681920. Dr. Jonatas Brito de Alencar Filho.




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